segunda-feira, 29 de novembro de 2010

JOGOS NA PRÁTICA EDUCATIVA

O Jogo Ping-Pong na prática educativa
• Possibilita a melhoria do desempenho físico, propiciando um espaço de socialização, desenvolvimento de habilidades e competências necessárias.
• Melhora a circulação sanguínea;
•Desenvolve a velocidade de raciocínio e habilidades;
•Melhora a coordenação motora e reflexos;
•Melhora a visão escrita e exercita os nervos dos olhos;
• Melhora a capacidade de aprendizado, concentração e raciocínio abstrato;
•É considerado um dos esportes que mais utiliza o cérebro;
•Possibilita a percepção do próprio corpo e domínio corporal;
•Desenvolve a lateralidade;
•Desenvolve e aprimora o relacionamento social.
Desenvolve habilidades de raciocínio diante de situações que demandam respostas e contribui para a construção e organização do pensamento lógico-matemático. Além de aumentar a auto-estima e a confiança, diminui a dependência, desenvolve o sentido de cooperação, diminui a rejeição às tarefas, aumenta o interesse na participação das aulas, motiva, desenvolve a criatividade, aumenta a concentração e a atenção, diminui a indisciplina, também possibilita o desenvolvimento cognitivo do aluno, produzindo, construindo e aprimorando alguns conceitos matemáticos.
Os jogos proporcionam estratégias facilitadoras na construção do conhecimento, não esquecendo um planejamento prévio dessa ação, auxiliando assim, o raciocínio da criança, pois o jogo sendo bem direcionado faz deste ato de jogar por si só, suficientes para cumprir objetivos próprios e essenciais (predeterminados) para o desenvolvimento biopsicossocial da criança, porque ao jogar, a mesma está movimentando todos os músculos, o seu cognitivo (memória, percepção, etc.) e todo o envolvimento social, pois estará em contato com outras crianças, aprendendo também a perder e a ganhar, caracterizando uma situação de iniciativa em poder brincar com aquilo que é de seu interesse e de sua própria habilidade.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

IV BRINCAR SOLIDARIO





Aconteceu no dia 20 de novembro último, o IV Brincar Solidário, com o objetivo de divulgar o trabalho realizado na Brinquedoteca Hospitalar "Doce Brincar" do Hospital São Sebastião. Contamos com a presença das colaboradoras do curso de Economia Doméstica e Educação Infantil, alunos do curso de Nutrição e Enfermagem da UNIVIÇOSA, do curso de pegagogia da FDV e os meninos do Capítulo De MolAy.
Agradecemos a todos que estiveram neste evento, em especial a Enfermeira e Professora Luciana Pereira Moraes.

IV BRINCAR SOLIDARIO-Ninguém sabe quanto tempo vai ficar por aqui, e o único presente que realmente podemos doar é nosso tempo aos outros.




IV BRINCAR SOLIDARIO





sexta-feira, 12 de novembro de 2010

IV BRINCAR SOLIDARIO


A Brinquedoteca Hospitalar "Doce Brincar", convida à todos para participarem do "IV Brincar Solidario". Este evento acontecerá na Praça Silviano Brandão, no dia 20/11/10, de 9:00 às 11:30.
Haverá brincadeiras para as crianças e informações (sobre alimentação saudável, hipertensão e diabete na infância) para os pais.
Estarão em parceria alunos da Economia Doméstica e Educação Infantil da UFV; alunos do curso de Nutrição e Enfermagem da UNIVIÇOSA, Capítulo Demolay.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Musicoterapia para crianças


Qual criança que não gosta de música? Não canta uma melodia repetidamente ou as cria? Qual criança que não fica atraída e curiosa pelo som de um instrumento diferente?

Sendo o interesse pela música um pré-requisito para iniciar um processo musicoterapêutico, a Musicoterapia é de extrema importância para as crianças, trazendo diversos benefícios e auxiliando no seu desenvolvimento global.

Nas sessões de Musicoterapia são oferecidos instrumentos, assim como sons, canções que podem estar acompanhadas de gestos, entre outros recursos. Nesse fazer musical, o musicoterapeuta vai percebendo as necessidades e potencialidades da criança e as trabalha através de atividades musicais estruturadas, utilizando a música como outro meio de expressão que não a fala, um meio menos amedrontador, permitindo que a criança se sinta mais segura para se expressar.

Na sua expressão musical surgem suas dificuldades como baixa autoestima, falta de iniciativa, indisciplina, ansiedade, insegurança, dificuldades em organizar sequências (fundamental para o aprendizado), dificuldades motoras e de comunicação, entre outras questões emocionais, sociais, cognitivas ou motoras.

As canções folclóricas estão ficando cada vez mais esquecidas. Muitas crianças não as conhecem mais, mas sabem cantar e dançar a última moda do Funk. As canções folclóricas promovem momentos lúdicos, fundamentais para o bom desenvolvimento da criança, desinibem, promovem a autoexpressão, trabalham emoções, promovem a integração, a criatividade e o raciocínio, exercitam a coordenação motora, permitem que a criança projete suas dificuldades, medos e anseios, trabalhando seu desenvolvimento integral. Salienta-se a importância do resgate do folclore em contraste com canções com conteúdos preconceituosos e pornográficos, como muitas vezes ocorrem no Funk.

O brincar é indiscutivelmente fundamental para a saúde da criança e está sendo cada vez mais substituído por “brinquedos prontos” como o computador ou videogame, que não necessitam de criatividade e imaginação. Muitas vezes a Musicoterapia é o único momento que a criança desenvolve sua capacidade lúdica através das canções folclóricas ou outros recursos.

A Musicoterapia também com seus outros recursos como a improvisação, o tocar, o cantar, os jogos musicais, a escolha de canções, entre outros, possibilita o desenvolvimento emocional, cognitivo, social e físico das crianças. Traz resultados surpreendentes para crianças com comportamentos inadequados e falta de limites, pois a música impõe uma disciplina. A estrutura musical é uma estrutura organizada que necessita ser respeitada rigidamente. Um instrumento tem que ser executado em determinado momento da música e não em outro, as alturas musicais, o ritmo, o andamento não podem ser modificados, pois caso contrário não seria mais a mesma música. Assim, a criança aprende a esperar sua vez de tocar/cantar/falar e trabalha sua disciplina e capacidade de frustração.

A música auxilia na capacidade de aprendizagem, seja em questões cognitivas, como aprimorando a atenção, concentração, memória, criatividade, raciocínio, a relação espacial e temporal (a música é uma organização espaço-temporal), e servindo como suporte nas tarefas acadêmicas, questões de coordenação motora, questões emocionais, através da autoexpressão e aumentando a motivação para o estudo, já que a música é uma atividade prazerosa, entre outras. As causas das dificuldades de aprendizagem são oriundas de qualquer um dos âmbitos do desenvolvimento, a Musicoterapia é eficaz, pois é capaz de trabalhar todos eles.

Crianças com deficiência apresentam resultados maiores através da música, tanto na sua capacidade cognitiva, quanto emocional, física ou social, podendo a Musicoterapia desenvolver suas potencialidades.

A música além de ser capaz de ativar todas as áreas do cérebro, dá prazer, promove uma gratificação, aumentando o desejo de fazer música, e através desse fazer musical, trabalham-se diversos aspectos do desenvolvimento da criança, suprindo suas necessidades. A Musicoterapia acalma crianças agitadas, melhora a autoestima, desenvolve a autonomia, reduz comportamentos inadequados e melhora sua criatividade, trazendo novas maneiras de resolver conflitos tanto emocionais, quanto intelectuais, melhorando assim, a qualidade de vida da criança e promovendo um desenvolvimento mais saudável, sendo indicada para crianças de todas as idades.

Steffen – lucianamt@espacodomquixote.com.br
Musicoterapeuta do Espaço Dom Quixote