sábado, 11 de dezembro de 2010

Feliz Natal....



Que este Natal seja um momento especial, que Jesus esteja presente em nossos corações. Que as palavras pronunciadas por Ele, há dois mil anos, possa encontrar lugar em seu Espírito. Com a simplicidade, o trabalho e a confiança em Deus essência dos ensinos de Jesus, que o Natal ganhe um novo significado em nossas vidas.

Para que brilhe a Nossa luz. Para que cada um de nós seja aquele que semeia a paz, que vivencia o amor universal.

Feliz Natal para as estagiarias, funcionários e coordenadores do HSS e para todos que admira este trabalho

sábado, 4 de dezembro de 2010

Mais um motivo para não esquecer o brincar pedagógico

As recentes descobertas sobre a formação do cérebro humano provocaram uma revolução nas pesquisas sobre o processo de aprendizado. Influenciaram e modificaram toda a estrutura de ensino dessa faixa de atendimento infantil. Abriram novas perspectivas para o desenvolvimento intelectual e emocional da criança e levaram à reformulação do currículo das escolas infantis. O neurobiologista Harry Chugami, da Universidade de Michigan, adverte: “O currículo das escolas tradicionais está fora de sincronia com as teorias modernas sobre aprendizado infantil, porque subestima a capacidade das crianças. A pré-escola desperdiça o potencial infantil de aprendizagem, porque exige pouco, e mantém baixas as expectativas sobre o que as crianças são capazes de entender”.

As descobertas provocaram mudança de mentalidade e passou-se a diminuir a idade em que a criança começa ir à escola. Descobriu-se que o melhor período para desenvolver o potencial da criança é de zero a 3 anos; o melhor período de aprendizagem ocorre dos 2 aos 10 anos. Ao entrar na pré-escola, metade do processo de desenvolvimento do cérebro da criança já está concluído. Há duas décadas atrás, o cérebro de uma criança de 5 anos era visto como uma fita semivirgem, que registrava tudo que fosse ensinado pelos professores.

Acreditava-se de que até os 6 anos a criança deveria apenas brincar, quando, hoje, sabemos que a estimulação precoce altera a maneira e o grau de aprendizagem infantil. Brincar é importante, é o laborató-

rio natural da afetividade, da sociabilidade, da ética e serve de suporte para uma adequada estimulação, mas, não ficar, apenas, no brincar.

Limitar experiências na pré-escola é desperdiçar o melhor período de aprendizagem da criança.

É na interação com o meio em que vive que a criança constrói o conhecimento. Novas metodologias, novas abordagens didático-pedagógicas do conteúdo começam a surgir. Educação infantil amplia conceito de pré-escola e esta passa a assumir papel formal no processo de aprendizagem. O envolvimento com a leitura e a escrita começa muito cedo, desde o maternal, assim como a formação ética e moral.

A denominação pré-escola, embora usada oficialmente, é rejeitada pelo educadores que consideram este período fundamental para o desenvolvimento intelectual da criança, desenvolvimento que se dá através de estímulos táteis, visuais e auditivos, aproveitando todo o potencial da criança. Ela não é pré, já é escola.

Hoje, sabemos da importância de trabalhar conceito e não conteúdo. Pelo conteúdo, a criança vai memorizar o conhecimento; pelo conceito, vai incorporá-lo. “Em vez de memorizar tabelas de multiplicação, crianças de até 4 anos devem estar “brincando” com conceitos de matemática e lógica. O importante é que as crianças entendam o conceito cedo. As fórmulas ficam para mais tarde”, diz o pedagogo Sam Houston, encarregado de reformular o currículo das escolas primárias da Carolina do Norte, nos EUA.

Crianças de até 8 anos devem ficar sentadas o mínimo possível, porque elas aprendem por experiência, na prática, vivendo o que está sendo ensinado, permitindo ao cérebro relacionar os fatos.

Os anos 90 estão sendo conhecidos como a “década da pesquisa cerebral”, devido às inúmeras descobertas sobre o desenvolvimento do cérebro. Aparelhos que captam imagens do interior do corpo humano em funcionamento, os “scanners”, trouxeram, entre muitas outras, duas descobertas importantes: a) o cérebro usa o mundo exterior para se moldar; b) existem períodos críticos em que as células cerebrais – os neurônios – precisam de determinados estímulos para desenvolver habilidades como visão, coordenação motora ou linguagem. Esses períodos passaram a chamar-se “janelas de oportunidade” e vão do nascimento até por volta de 12 anos de idade. Até o início da década de 80, só era possível estudar o cérebro de pessoas mortas.

Não se sabe com precisão em que idade as “janelas de oportunidade” se fecham, mas os cientistas são unânimes em afirmar que a maior parte delas se abre nos primeiros meses de vida. Descobriu-se que as “janelas de oportunidade” – período em que se formam as conexões entre os neurônios – para aprender, por exemplo, um segundo idioma só se fecham aos 6 anos e o período ideal para aprender música começa aos 3 e vai até os 10 anos. Crianças de 5 anos, se corretamente estimuladas, conseguem entender conceitos matemáticos, como volume e densidade, falar mais de um idioma, tocar instrumentos e chegar a ler partituras.

Os cientistas colocam dois fatores determinantes na interação da formação do cérebro infantil: genes e ambiente. Os genes são responsáveis pela estrutura do cérebro e o ambiente, pelo seu funcionamento. As experiências vividas pelo bebê, do nascimento aos 6 anos, determinam seu futuro emocional e intelectual. A outra parte desse futuro é determinada pela carga genética herdada dos pais.

A ciência mais uma vez dando o seu recado, integrando o processo

psico-pedagógico da aprendizagem.

Prática pedagógica

Izabel Sadalla Grispino

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

JOGOS NA PRÁTICA EDUCATIVA

O Jogo Ping-Pong na prática educativa
• Possibilita a melhoria do desempenho físico, propiciando um espaço de socialização, desenvolvimento de habilidades e competências necessárias.
• Melhora a circulação sanguínea;
•Desenvolve a velocidade de raciocínio e habilidades;
•Melhora a coordenação motora e reflexos;
•Melhora a visão escrita e exercita os nervos dos olhos;
• Melhora a capacidade de aprendizado, concentração e raciocínio abstrato;
•É considerado um dos esportes que mais utiliza o cérebro;
•Possibilita a percepção do próprio corpo e domínio corporal;
•Desenvolve a lateralidade;
•Desenvolve e aprimora o relacionamento social.
Desenvolve habilidades de raciocínio diante de situações que demandam respostas e contribui para a construção e organização do pensamento lógico-matemático. Além de aumentar a auto-estima e a confiança, diminui a dependência, desenvolve o sentido de cooperação, diminui a rejeição às tarefas, aumenta o interesse na participação das aulas, motiva, desenvolve a criatividade, aumenta a concentração e a atenção, diminui a indisciplina, também possibilita o desenvolvimento cognitivo do aluno, produzindo, construindo e aprimorando alguns conceitos matemáticos.
Os jogos proporcionam estratégias facilitadoras na construção do conhecimento, não esquecendo um planejamento prévio dessa ação, auxiliando assim, o raciocínio da criança, pois o jogo sendo bem direcionado faz deste ato de jogar por si só, suficientes para cumprir objetivos próprios e essenciais (predeterminados) para o desenvolvimento biopsicossocial da criança, porque ao jogar, a mesma está movimentando todos os músculos, o seu cognitivo (memória, percepção, etc.) e todo o envolvimento social, pois estará em contato com outras crianças, aprendendo também a perder e a ganhar, caracterizando uma situação de iniciativa em poder brincar com aquilo que é de seu interesse e de sua própria habilidade.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

IV BRINCAR SOLIDARIO





Aconteceu no dia 20 de novembro último, o IV Brincar Solidário, com o objetivo de divulgar o trabalho realizado na Brinquedoteca Hospitalar "Doce Brincar" do Hospital São Sebastião. Contamos com a presença das colaboradoras do curso de Economia Doméstica e Educação Infantil, alunos do curso de Nutrição e Enfermagem da UNIVIÇOSA, do curso de pegagogia da FDV e os meninos do Capítulo De MolAy.
Agradecemos a todos que estiveram neste evento, em especial a Enfermeira e Professora Luciana Pereira Moraes.

IV BRINCAR SOLIDARIO-Ninguém sabe quanto tempo vai ficar por aqui, e o único presente que realmente podemos doar é nosso tempo aos outros.




IV BRINCAR SOLIDARIO





sexta-feira, 12 de novembro de 2010

IV BRINCAR SOLIDARIO


A Brinquedoteca Hospitalar "Doce Brincar", convida à todos para participarem do "IV Brincar Solidario". Este evento acontecerá na Praça Silviano Brandão, no dia 20/11/10, de 9:00 às 11:30.
Haverá brincadeiras para as crianças e informações (sobre alimentação saudável, hipertensão e diabete na infância) para os pais.
Estarão em parceria alunos da Economia Doméstica e Educação Infantil da UFV; alunos do curso de Nutrição e Enfermagem da UNIVIÇOSA, Capítulo Demolay.