terça-feira, 22 de julho de 2014

Com apoio da arquitetura, ambiente hospitalar pode ser mais acolhedor para crianças Criar um espaço apropriado para receber as crianças que estão em tratamento auxilia o processo terapêutico

Redação - Bonde Publicação: 22/07/2014 13:45 Atualização: 22/07/2014 14:00 São muitos os estudos que indicam que a hospitalização pode afetar o desenvolvimento da criança, interferindo na sua qualidade de vida. Para lidar com essa situação, o brincar tem funcionado como estratégia de enfrentamento da doença. "Criar um ambiente de saúde adaptado ao universo infantil é importante para que o tratamento seja percebido não como uma situação de trauma, mas como um processo transitório. O brincar pode ser um recurso adequado para a adaptação da criança hospitalizada, permitindo personalizar a intervenção", diz a arquiteta Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C + A Arquitetura e Interiores. http://estadodeminas.lugarcerto.com.br

sábado, 19 de abril de 2014

quinta-feira, 3 de abril de 2014

segunda-feira, 17 de março de 2014

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Projeto

Projetos de Psicopedagogia Hospitalar confira em http://grupopsicopedagogiando.blogspot.com.br/p/blog-page_4773.html. EXPERIÊNCIA DE PSICOPEDAGOGIA HOSPITALAR POR: Jossandra Barbosa (psicopedagoga) A psicopedagogia hospitalar ainda é muito principiante e quase desconhecida no Brasil. São poucos os hospitais que possuem em suas equipes o profissional da psicopedagogia assim como não são todos os cursos de pós-graduação em psicopedagogia que possuem em seu cronograma disciplinas e estágio em psicopedagogia hospitalar. Mas o que o psicopedagogo pode fazer no espaço do hospital? Podemos trabalhar em duas vertente no ambiente hospitalar o clínico e institucional. Os hospitais podem oferecer o atendimento clinico ambulatorial de diagnóstico e intervenção dos transtornos de aprendizagem já que eles não são só problemas do campo da educação mas também abrangem a saúde mental dos sujeitos envolvidos. Outra abordagem que a psicopedagogia pode atuar é na instituição como um todo. O psicopedagogo institucional dentro da Instituição Hospital trabalha as relações vinculares entre funcionários e funcionários, pacientes e pacientes, funcionários e pacientes. Sua presença também importante para minimizar relações de conflitos, stress e desarmonia das relações dentro da instituição. O psicopedagogo hospitalar pode atuar dentro das brinquedotecas hospitalares que diferentes dos pedagogos hospitalares que tem a função de lecionar em classes hospitalares o psicopedagogo tem a função de manter o vínculo do sujeito hospitalizado com a aprendizagem e não somente com a escola, dando-lhe oportunidade de realizar atividades educativas de forma livre e autônoma. Vou mostrar aqui alguns projetos realizados por grupos estagiários em psicopedagogia hospitalar supervisionado pela psicopedagoga Gardene Lacerda (psicopedagoga do Hospital) da Faculdade Maurício de Nassau em Teresina-PI. Retirado do blog: http://grupopsicopedagogiando.blogspot.com.br

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

domingo, 10 de junho de 2012

Lecionar para estudantes internados exige preparo psicológico para lidar com as famílias, os médicos, as escolas... e a morte.

NO LEITO E FELIZ Frank foi alfabetizado dentro do Hospital do Câncer, em São Paulo. Agora, já está na 2ª série. Foto: Patrícia Stavis Em 2007, quando entraria no Ensino Fundamental, o pequeno índio wapixana Frank Silva ficou doente. Teve um câncer diagnosticado e precisou sair de Roraima, onde morava, para buscar ajuda especializada. Desde o ano passado, está internado em São Paulo. Mas não foi esse imprevisto - nem a forte medicação que vem tomando - que o deixou fora da escola. Matriculado desde o começo do tratamento em uma classe dentro do Hospital do Câncer, ele não só foi alfabetizado como já está na 2ª série. Frank é uma das 65.956 crianças que estudaram em salas adaptadas ou no próprio leito em 2007, segundo o Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Apesar do público numeroso, a modalidade ainda não é uma realidade em todo o território nacional. O próprio Ministério da Educação (MEC) reconhece que há carências graves pelo país - são 850 hospitais oferecendo o atendimento, em um universo de quase 8 mil unidades. Além disso, especialistas alegam que as experiências em curso nem sempre ocorrem num contexto ideal. "Há o déficit de profissionais para atuar do 6º ao 9º ano. E, em muitos lugares, o voluntário ainda atua no lugar do educador", diz Eneida Simões da Fonseca, professora do Departamento de Estudos em Educação Inclusiva e Continuada da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Na prática, é a equipe médica que deve acionar as secretarias de Educação assim que um estudante da rede pública dá entrada com alguma doença severa (para os oriundos da particular, é a própria escola que deve providenciar o serviço). Em alguns estados e municípios, já existe inclusive um quadro de docentes previamente concursados e preparados para a função, e é junto a esses órgãos que interessados no emprego devem procurar orientações. "Cabe aos governos locais oferecer a mão-de-obra e as capacitações necessárias. Tudo para que o aluno se atrase o mínimo possível no ritmo de sua turma original", diz Martinha Dutra dos Santos, coordenadora-geral da Secretaria de Educação Especial do MEC. Apesar de ser chamada tecnicamente de classe, a aula é individual, nos leitos ou em salas cedidas pela unidade de Saúde. Diferentemente de uma escola regular (onde é possível fazer atividades de longa duração), cada tarefa precisa ter início, meio e fim no mesmo dia. "É um ritmo estranho. Eu posso planejar tudo hoje e, amanhã, o estudante recebe alta. Daí eu tenho que fazer coisas novas para outra criança que acabou de chegar", conta a professora Geane Yada, do Hospital Darcy Vargas, em São Paulo. A carga horária também muda. O educador pode iniciar uma conversa e, em instantes, ter de parar devido a uma indisposição. O indicado é que o aluno consiga ter o mesmo conteúdo e a mesma carga horária da escola. Mas, com o sobe-e-desce do tratamento, isso nem sempre é possível. http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/ensino-horas-dificeis-427724.shtml

quarta-feira, 7 de março de 2012

Pós- em Psicopedagogia Clinica e Institucional

A Evata oferece a pós-graduação em psicopedagogia clinica e institucional, com excelentes professores e uma grade atualizada de acordo com a exigência do mercado. Entre elas a disciplina em psicopedagogia hospitalar e empresarial.

Mais informações pelo tel: (31)38912927
email:contatoevata@gmail.com

Dica de leitura

O tema “Família e Aprendizagem” é abordado nesse livro, segundo diferentes perspectivas. Aqui as novas configurações da família e dos vínculos com a aprendizagem são mostradas de forma clara e objetiva, convidando os psicopedagogos e os educadores a uma profunda reflexão sobre o assunto.
A abordagem, desenvolvida pelos autores, procura estabelecer as conexões necessárias para uma direção possível do atendimento clínico psicopedagógico, com o enfoque transdisciplinar.
Vale a pena conferir!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Congresso

IX Congresso da ALAPCO - Associação Latino-americana de Psicoterapias Cognitivas - Temática: Terapias Cognitivas: Agregando Novos Saberes 12 a 14 de Abril de 2012 - UERJ - Rio de Janeiro - RJ

Maiores Informações pelo site: https://ssl476.locaweb.com.br/creacteve/eventos/inscricao.aspx?eventoID=95&lang=pt-br

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

V Congresso Internacional e Dificuldades de Aprendizagem

Com o objetivo de propiciar a apreciação de experiências, valorizar o trabalho do educador e socializar a prática pedagógica, a Conexa Eventos / Instituto Conexa abre espaço na V Congresso Internacional e Dificuldades de Aprendizagem para a apresentação de trabalhos profissionais desenvolvidos com alunos ou sobre questões educacionais (teses e resenhas).
Poderão participar profissionais de instituições públicas ou privadas, da educação infantil ao ensino superior.O evento acontecerá nos dias 28 e 29 de Abril de 2012
Belo Horizonte – MG.
Mais informações pelo site:http://www.conexaeventos.com.br/apresent_transtornosbh.asp

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Reportagem exibida pela TV Panorama-Humanização Hospitalar

Atitudes simples podem mudar a vida de uma pessoa, e no ambiente hospitalar não é diferente. Por conta disso, as unidades de saúde têm investido na humanização do atendimento e conseguido bons resultados. A humanização faz com que o ambiente se torne mais agradável, principalmente para as crianças, que passam o tempo brincando e ouvindo histórias.
Esse é apenas um dos projetos que ajudam a deixar o ambiente muitas vezes pesado de um hospital num lugar mais tranquilo. Este é exatamente o objetivo de vários projetos desse porte nos hospitais de Juiz de Fora. Na Santa Casa de Misericórdia, por exemplo, os funcionários são convidados a participar, a fazer doações, de fraldas e vidros de maionese que vão ajudar a armazenar leite materno colhido na maternidade.

No Hospital Universitário (HU) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) o projeto de humanização dos pacientes existe há 12 anos, antes da implantação dessa política nos hospitais de todo o país. Como o HU é um hospital de ensino, é possível trabalhar esse projeto entre vários tipos de disciplinas e projetos. Entre os colaboradores há até alunos do curso de Artes. Tudo isso ajuda a melhorar o ambiente de trabalho.
Para assistir a reportagem veja o link : http://www.youtube.com/watch?v=-7HiOvrW4Xc&feature=player_embedded

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Parabéns....

O Dia do Psicopedagogo é comemorado no dia da criação da Associação Brasileira de Psicopedagogia, em 12 de novembro de 1980.


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Para refletir

Historia sobre a escola de animais
“Era uma vez uma escola para animais. Os professores tinham certeza que possuíam um programa de estudos inclusivo,porém,por algum motivo,todos os animais estavam indo mal. O pato era a estrela da classe de natação,porém, não conseguia subir nas árvores. O macaco era excelente subindo em árvores, mas era reprovado em natação. Os frangos se destacavam nos estudos sobre grãos , mas desorganizavam tanto a aula de subir em árvores que sempre acabavam na sala do diretor. Os coelhos eram sensacionais nas corridas, mas precisavam de aulas particulares de natação. O mais triste de tudo era ver as tartarugas, que, depois de vários exames e testes foram diagnosticadas como tendo “atraso no desenvolvimento” . De fato foram enviadas para uma classe de educação especial numa distante tocas de esquilos.
A pergunta é : quem eram os verdadeiros fracassados?

sábado, 15 de outubro de 2011

Mês das Crianças

Já fui sonho, projeto, feto... Hoje sou como o raiar de um novo dia. O brotar de uma semente, o desabrochar de uma flor. Sou como uma doce melodia. Com autor e partitura, só preciso que me "toquem" com ternura ,para que eu possa ser gente. Do bem, quero ser sempre contexto. Não nasci para ser avesso, sou portador de sol, Trago luz Alegria e esperança .Afinal sou criança,

Imagem e semelhança de Jesus!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Mini-curso

Aconteceu no último dia 03/09, um mini-curso sobre "Recreação em Espaços não Institucionais" na semana Acadêmica de Educação Infantil. As palestrantes karla Alves e Poliana Coelho abordaram o tema em três vertentes: Colônia de Ferias, Recreação Comunitária e Recreação em Brinquedotecas Hospitalares.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O que é dislexia

Dislexia, antes de qualquer definição, é um jeito de ser e de aprender; reflete a expressão individual de uma mente, muitas vezes arguta e até genial, mas que aprende de maneira diferente...
Dislexia é causa ainda ignorada de evasão escolar em nosso país, e uma das causas do chamado "analfabetismo funcional" que, por permanecer envolta no desconhecimento, na desinformação ou na informação imprecisa, não é considerada como desencadeante de insucessos no aprendizado.Hoje, os mais abrangentes e sérios estudos a respeito desse assunto, registram 20% da população americana como disléxica, com a observação adicional: "existem muitos disléxicos não diagnosticados em nosso país". Para sublinhar, de cada 10 alunos em sala de aula, dois são disléxicos, com algum grau significativo de dificuldades. Graus leves, embora importantes, não costumam sequer ser considerados.Por toda complexidade do que, realmente, é Dislexia; por muita contradição derivada de diferentes focos e ângulos pessoais e profissionais de visão; porque os caminhos de descobertas científicas que trazem respostas sobre essas específicas dificuldades de aprendizado têm sido longos e extremamente laboriosos, necessitando, sempre, de consenso, é imprescindível um olhar humano, lógico e lúcido para o entendimento maior do que é Dislexia.

Mais informações: http://www.dislexia.com.br

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Meu filho é Hiperativo



Para você que tem um filho hiperativo e não sabe como lidar , segue algumas dicas

1)Acolha a criança, reservando um tempo diário, se possível, para ela.
2)Valorize as conquistas que ela fez, mesmo que pequenas demais segundo sua avaliação.
3)Tenha regras claras em casa, para organizar a disciplina. Explique o que pode e o que não pode ser feito. Estabeleça os limites.
4)Não se irrite quando a criança quebrar uma regra, gritando com ela. Não fale 10 vezes que ela errou. Não seja cínico com ela. Aplique a regra, sem ficar nervoso e sem cara fechada.
5)Se ela quebrar de novo a regra, aplique a disciplina previamente combinada.
6)Depois da disciplina, não fique emburrado com a criança. Ao ser multado, por exemplo, por alta velocidade, ninguém fica emburrado com a gente o dia todo. Pagamos a multa e pronto.
7)Elogie muito a criança agitada quando ela fez qualquer coisa certo.
8)Evite encher sua casa com muitos bibelôs, porcelanas, vasos de vidro, pois crianças hiperativas tem dificuldade com coordenação motora.
9)Na sala de aula a criança hiperativa deve sentar-se longe da janela, de preferência na primeira fileira, para diminuir as distrações.



quarta-feira, 27 de julho de 2011

CÓDIGO DE ÉTICA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOPEDAGOGIA - ABPp

CAPÍTULO I - DOS PRINCÍPIOS

Artigo 1º

A psicopedagogia é um campo de atuação em Saúde e Educação que lida com o processo de aprendizagem humana; seus padrões normais e patológicos, considerando a influência do meio _ família, escola e sociedade _ no seu desenvolvimento, utilizando procedimentos próprios da psicopedagogia.

Parágrafo único

A intervenção psicopedagógica é sempre da ordem do conhecimento relacionado com o processo de aprendizagem

Artigo 2º

A Psicopedagogia é de natureza interdisciplinar. Utiliza recursos das várias áreas do conhecimento humano para a compreensão do ato de aprender, no sentido ontogenético e filogenético, valendo-se de métodos e técnicas próprios.

Artigo 3º

O trabalho psicopedagógico é de natureza clínica e institucional, de caráter preventivo e/ou remediativo.

Artigo 4º

Estarão em condições de exercício da Psicopedagogia os profissionais graduados em 3º grau, portadores de certificados de curso de Pós-Graduação de Psicopedagogia, ministrado em estabelecimento de ensino oficial e/ou reconhecido, ou mediante direitos adquiridos, sendo indispensável submeter-se à supervisão e aconselhável trabalho de formação pessoal.

Artigo 5º

O trabalho psicopedagógico tem como objetivo: (i) promover a aprendizagem, garantindo o bem-estar das pessoas em atendimento profissional, devendo valer-se dos recursos disponíveis, incluindo a relação interprofissional; (ii) realizar pesquisas científicas no campo da Psicopedagogia.


CAPÍTULO II - DAS RESPONSABILIDADES DOS PSICOPEDAGOGOS

Artigo 6º

São deveres fundamentais dos psicopedagogos:
A) Manter-se atualizado quanto aos conhecimentos científicos e técnicos que tratem o fenômeno da aprendizagem humana;
B) Zelar pelo bom relacionamento com especialistas de outras áreas, mantendo uma atitude crítica, de abertura e respeito em relação às diferentes visões do mundo;
C) Assumir somente as responsabilidades para as quais esteja preparado dentro dos limites da competência psicopedagógica;
D) Colaborar com o progresso da Psicopedagogia;
E) Difundir seus conhecimentos e prestar serviços nas agremiações de classe sempre que possível;
F) Responsabilizar-se pelas avaliações feitas fornecendo ao cliente uma definição clara do seu diagnóstico;
G) Preservar a identidade, parecer e/ou diagnóstico do cliente nos relatos e discussões feitos a título de exemplos e estudos de casos;
H) Responsabilizar-se por crítica feita a colegas na ausência destes;
I) Manter atitude de colaboração e solidariedade com colegas sem ser conivente ou acumpliciar-se, de qualquer forma, com o ato ilícito ou calúnia. O respeito e a dignidade na relação profissional são deveres fundamentais do psicopedagogo para a harmonia da classe e manutenção do conceito público.


CAPÍTULO III - DAS RELAÇÕES COM OUTRAS PROFISSÕES

Artigo 7º

O psicopedagogo procurará manter e desenvolver boas relações com os componentes das diferentes categorias profissionais, observando, para este fim, o seguinte:

A) Trabalhar nos estritos limites das atividades que lhes são reservadas;
B) Reconhecer os casos pertencentes aos demais campos de especialização; encaminhando-os a profissionais habilitados e qualificados para o atendimento;


CAPÍTULO IV - DO SIGILO

Artigo 8º

O psicopedagogo está obrigado a guardar segredo sobre fatos de que tenha conhecimento em decorrência do exercício de sua atividade.

Parágrafo Único

Não se entende como quebra de sigilio, informar sobre cliente a especialistas comprometidos com o atendimento.

Artigo 9º

O psicopedagogo não revelará, como testemunha, fatos de que tenha conhecimento no exercício de seu trabalho, a menos que seja intimado a depor perante autoridade competente.

Artigo 10º

Os resultados de avaliações só serão fornecidos a terceiros interessados, mediante concordância do próprio avaliado ou do seu representante legal.

Artigo 11º

Os prontuários psicopedagógicos são documentos sigilosos e a eles não será franqueado o acesso a pessoas estranhas ao caso.


CAPÍTULO V - DAS PUBLICAÇÕES CIENTIFICAS

Artigo 12º

Na publicação de trabalhos científicos, deverão ser observadas as seguintes normas:
a) A discordância ou críticas deverão ser dirigidas à matéria e não ao autor;
b) Em pesquisa ou trabalho em colaboração, deverá ser dada igual ênfase aos autores, sendo de boa norma dar prioridade na enumeração dos colaboradores àquele que mais contribuir para a realização do trabalho;
c) Em nenhum caso, o psicopedagogo se prevalecerá da posição hierarquia para fazer publicar em seu nome exclusivo, trabalhos executados sob sua orientação;
d) Em todo trabalho científico deve ser indicada a fonte bibliográfica utilizada, bem como esclarecidas as idéias descobertas e ilustrações extraídas de cada autor.


CAPÍTULO VI - DA PUBLICIDADE PROFISSIONAL


Artigo 13º

O psicopedagogo ao promover publicamente a divulgação de seus serviços, deverá fazê-lo com exatidão e honestidade.

Artigo 14º

O psicopedagogo poderá atuar como consultor científico em organizações que visem o lucro com venda de produtos, desde que busque sempre a qualidade dos mesmos.


CAPÍTULO VII - DOS HONORÁRIOS

Artigo 15º

Os honorários deverão ser fixados com cuidado, a fim de que representem justa retribuição ao serviços prestados e devem ser contratados previamente.


CAPÍTULO VIII - DAS RELAÇÕES COM SAÚDE E EDUCAÇÃO

Artigo 16º

O psicopedagogo deve participar e refletir com as autoridades competentes sobre a organização, implantação e execução de projetos de Educação e Saúde Pública relativo às questões psicopedagógicas.


CAPÍTULO IX - DA OBSERVÂNCIA E CUMPRIMENTO DO CÓDIGO DE ÉTICA

Artigo 17º

Cabe ao psicopedagogo, por direito, e não por obrigação, seguir este código.

Artigo 18º

Cabe ao Conselho Nacional da ABPp orientar e zelar pela fiel observância dos princípios éticos da classe.

Artigo 19º

O presente código só poderá ser alterado por proposta do Conselho da ABPp e aprovado em Assembléia Geral.


CAPÍTULO X - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS


Artigo 20º

O presente código de ética entrou em vigor após sua aprovação em Assembléia Geral, realizada no V Encontro e II Congresso de Psicopedagogia da ABPp em 12/07/1992, e sofreu a 1ª alteração proposta pelo Congresso Nacional e Nato no biênio 95/96, sendo aprovado em 19/07/1996, na Assembléia Geral do III Congresso Brasileiro de Psicopedagogia da ABPp, da qual resultou a presente solução.


FONTE: http://www.abpp.com.br/leis_regulamentacao_etica.htm